Conhecer a história do bordado é conhecer a história das mulheres . A Oficina de bordado na Casa de Dona Yayá parte desta premissa, pensando nas relações complexas envolvidas entre o ato de bordar e o ideal de feminilidade ao longo da história. Muito da invisibilização dessa prática vem do próprio apagamento da mulher no ambiente doméstico e dos fazeres femininos, lidos sempre através de uma chave de submissão. Apesar disso, o bordado se mostra um local potente quando lido como espaço de criatividade, de trocas afetivas, transmissão de saberes e evocação de memória dentro do universo feminino. Papel que pode até mesmo ser visto como subversivo, seja pelo aprendizado informal do alfabeto nos bordados em ponto cruz, em uma época em que muitas mulheres não tinham acesso à educação, seja tendo o bordado como uma fonte de renda. Muitas vezes o bordado foi para a mulher também um espaço de libertação, um espaço de sociabilidade e de reunião com amigas e vizinhas do bairro. A relação do bordado com a Casa de Dona Yayá também se mostra interessante pela figura de Sebastiana de Melo Freire, que mesmo após a reclusão na casa da rua Major Diogo, ainda mantinha contato com as linhas através do frivolité, técnica para confecção de rendas.
Dessa forma, a Oficina de Bordado é uma proposta para despertar a reflexão sobre essa arte manual na vida das mulheres, criar um espaço de convivência entre os participantes de todos os gêneros e aproximação entre a Universidade e a comunidade. Através de agulhas e linhas, constrói-se muito mais do que desenhos, mas sim novas histórias, redes e memórias.
Bibliografia
PARKER, Rozsika. The Subversive Stitch: Embrodery and the Making of the femininity. Londres: IB Taurus, 2010. SOUZA, Juliana Padilha de. TRAMAS INVISÍVEIS: Bordado e a Memória do Feminino no Processo Criativo. Mestrado em Artes. Universidade Federal do Pará. Belém: 2019. RODRIGUES, Marly. A Casa de Dona Yayá. In: A Casa de Dona Yayá. Comissão de Patrimônio Cultural da USP. São Paulo: Edusp, 1999.
Informações
Oficina de bordado
De 12 de setembro a 10 de outubro de 2023
Horário: terças feiras, das 14h às 17h
Ministrante Beatriz Barsoumian de Carvalho
Público-alvo Homens e mulheres acima de 18 anos, que se interessem por bordado. Não é necessário ter conhecimento prévio.
Programa Dia 1 – 12/09 Memória, bordado e a história de Dona Yayá: roda de conversa aberta ao público em geral, com participação da equipe do Educativo do CPC-USP/Casa de Dona Yayá. Dia 2 – 19/09 Apresentação dos materiais utilizados e dos riscos propostos e da bandeira de pontos. Dia 3 – 26/09 Elaboração da bandeira de pontos e passagem do risco principal para o tecido. Dia 4 – 03/10 Bordado do risco principal. Dia 5 – 10/10 Bordado do risco principal, técnicas de finalização e acabamento do bordado.
Materiais necessários Os inscritos receberão um kit contendo: 1 bastidor + 8 meadas de linha de cores variadas + 2 agulhas + 3 recortes de algodão cru (30cm).
Local: CPC-USP/Casa de Dona Yayá
Endereço: Rua Major Diogo, 353, Bela Vista São Paulo -SP
A definição e implementação de políticas públicas constitui uma das dimensões mais importantes do campo do patrimônio cultural: é por meio delas que instrumentos de identificação, preservação e valorização dos bens culturais manifestam-se publicamente e ganham alcance social, sobretudo no ambiente urbano. Neste sentido, é pauta recorrente na trajetória de debates e estudos sobre as políticas públicas de patrimônio a da integração deste campo com o do planejamento urbano. Com efeito, desde meados dos anos 1960 que esta pauta aparece e reaparece nas discussões patrimoniais. São várias as questões ligadas a este debate: em que medida o patrimônio cultural deve aparecer nos planos diretores das cidades? Quais os limites e as potencialidades dos instrumentos urbanísticos na salvaguarda do patrimônio? O progresso da cidade é um entrave à preservação do patrimônio e vice-versa?
Neste momento a cidade de São Paulo discute a revisão de seu Plano Diretor Estratégico. Esta proposta de revisão, contudo, tem sido criticada por diversos pesquisadores, profissionais, ativistas e militantes ligados à academia e aos movimentos sociais em função de ameaças às referências culturais e às marcas da memória social presentes em um território que pode sofrer alterações materiais profundas. Para discutir estes e outros assuntos afins conversamos nesta edição do Patrimoniar com a arquiteta urbanista e professora Andréa Tourinho, pesquisadora e profissional com ampla experiência na interface entre patrimônio cultural e planejamento urbano.
O Centro de Preservação Cultural da USP/Casa de Dona Yayá e o Grupo de Trabalho Memorial DOI-Codi/SP promovem o ciclo de debates Conhecendo o DOI-Codi-SP, que vai reunir especialistas, pesquisadores, militantes dos direitos humanos e ex-presos políticos brasileiros para falar sobre o tema da repressão do Estado. DOI-Codi é a sigla pela qual ficou conhecido o Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna, órgão de repressão subordinado ao Exército brasileiro que foi criado pelo governo para atuar durante a ditadura que se seguiu ao golpe militar de 1964. O objetivo do ciclo de debates é ampliar o conhecimento sobre o que foi esse órgão, sua atuação, seu impacto até os dias atuais e a importância das pesquisas sobre esse período da história recente do Brasil.
O evento é parte do projeto de investigação arqueológica que acontecerá de 2 a 14 de agosto nas antigas instalações do DOI-Codi, realizado pelo LAP/Unicamp, LEAH/Unifesp e DAA/UFMG, com financiamento do CNPQ e Diretoria Executiva de Direitos Humanos da Unicamp. Além das pesquisas no local serão oferecidas oficinas de formação de professores, de alunos dos ensinos Fundamental e Médio.
Programação
2 de agosto de 2023 – quarta-feira, das 14h às 17h
Documentos de verdade e justiça
Mediação: Marian Joffily (UDESC), autora do livro No centro da engrenagem
Exibição do documentário O dia em que a justiça entrou no DOi-Codi (21 min.)
Convidados: Amelinha Teles, jornalista, ex-presa política; Camilo Tavares, cineasta; Flávio Bastos, advogado e representante do Núcleo Memória.
8 de agosto de 2023 – terça-feira, das 19h às 21h30
Aparato policial na lógica da tortura, ontem e hoje
Mediação: Deborah Neves, coordenadora do GT Memorial DOI-Codi/SP
Convidados: Valéria Oliveira, Mães de maio/CAAF; Célia Rocha Paes, arquiteta, ex-presa política; Marcelo Godoy, jornalista, autor do livro A casa da vovó (2015); Moacyr Oliveira, diretor de jornalismo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e assessor da presidência da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ex-preso político.
9 de agosto de 2023 – quarta-feira, das 14h às 17h
Novos olhares sobre a ditadura e o vivido no DOI-Codi
Mediadora: Sônia Fardim, historiadora
Convidados: Janice Theodoro, professora titular da USP, ex-presa política; Célia Rocha Paes, arquiteta, ex-presa política; Ana Paula Brito, museóloga e historiadora, coordenadora da Rede Brasileira de Pesquisadoxs de Sítios de Memória e Consciência (Rebrapesc).
Ciclo de debates: Conhecendo o DOI-Codi-SP
Dias 2, 8 e 9 de agosto de 2023
Inscrições gratuitas por meio de formulário eletrônico
Este curso partiu da iniciativa de dois historiadores cujas pesquisas e ativismo tiveram como foco a problematização dos agentes e agências sociais envolvidos na proteção oficial de bens e manifestações culturais junto às políticas públicas de preservação em âmbito municipal, estadual e federal, a saber os conselhos de preservação dos municípios paulistas de São Bernardo do Campo e Jundiaí, o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Compreendendo o patrimônio cultural na atualidade como um fenômeno complexo que envolve o poder público, saberes especializados e movimentos sociais, em nossas trajetórias observamos como as políticas para a sua salvaguarda podem ser (e são) apropriadas e reapropriadas por diversos setores da sociedade respondendo às mais diversas motivações: questões urbanas, ambientais, sociais, econômicas, políticas, corporativas, de segurança, memoriais, identitárias, públicas e até mesmo acadêmicas e científicas. Constatamos também o papel central de profissionais especialistas que, por meio de pareceres técnicos, redefinem constantemente as balizas metodológicas e conceituais que determinam a proteção efetiva (ou não) do patrimônio cultural.
Este curso de difusão busca uma reflexão sobre como os saberes acadêmicos podem ser apropriados pelos grupos sociais para a afirmação e defesa de direitos culturais, socioambientais e fundiários junto às políticas públicas. A proposta é realizar um encontro entre o saber acadêmico e a práxis social, dos saberes especializados resultantes de pesquisas científicas com os saberes práticos vivenciados pelos movimentos sociais motivados por fatores memoriais, identitários e éticos que configuram o campo do patrimônio cultural.
Justificativa
Historicamente, a Universidade de São Paulo atuou ativamente junto aos órgãos de preservação e agentes públicos para a definição de parâmetros e marcos conceituais e também de procedimentos institucionais para a atuação oficial dos órgãos de preservação, especialmente o CONDEPHAAT, como explica Marly Rodrigues (2000). A título de exemplo podemos citar os conceitos de patrimônio ambiental urbano (MENESES, 2006) e o caráter cultural do patrimônio natural (DELPHIM, 2017). O papel desempenhado por intelectuais como historiadores, arquitetos e antropólogos na definição de categorias conceituais, de metodologias e de procedimentos do patrimônio cultural também foi apontado e discutido por Márcia Chuva (2012) e Flávia Brito do Nascimento (2016).
Em resposta aos ventos da redemocratização, a Constituição de 1988 consolidou mecanismos participativos também nas políticas públicas de preservação, para que a população se apropriasse desses procedimentos para defender causas coletivas de diferentes domínios da vida cotidiana (HEINICH, 2009) como meio de afirmação e defesa de direitos culturais (CAMPOS, 2018) traduzidos em valores de natureza estética, cognitiva, afetiva, pragmática e ética (MENESES, 2012). A cidade de São Paulo, por exemplo, apresenta um menu bastante diversificado dessas causas sociais que se traduzem direta ou indiretamente na forma do patrimônio cultural, por exemplo, os movimentos pela criação do Parque Augusta, pela continuidade do funcionamento do Cine Belas Artes e, mais recentemente, em defesa do complexo esportivo do Ibirapuera e pela valorização da memória afro-brasileira nos bairros do Bixiga e da Liberdade.
Na medida em que nossas pesquisas buscaram pôr em questão as variáveis da complexa equação que Nathalie Heinich (2009) chama de “fábrica do patrimônio” – valores reivindicados, saberes especializados e procedimentos institucionalizados – nosso curso tem como objetivo refletir, junto aos participantes, em que medida o patrimônio cultural serviu, tem servido e pode servir como campo de afirmação de direitos sociais. Isso em vista propomos identificar valores culturais, discutir categorias de preservação e avaliar efeitos da proteção oficial do patrimônio cultural na contemporaneidade.
Parâmetros conceituais
Partimos aqui do pressuposto de que o patrimônio cultural é um fenômeno que, nas últimas décadas, se tornou sensível a qualquer experiência social. Se, em sua origem, esteve a serviço da construção de identidades nacionais para os Estados Modernos, hoje reflete diferentes maneiras por meio das quais as sociedades ocidentais estabelecem suas relações com o passado (POULOT, 2012). Se por um lado é resultado do trabalho de especialistas institucionalizado pelo Estado segundo critérios conceituais, jurídicos e administrativos (HEINICH, 2009), por outro também é fruto das paixões identitárias (LE GOFF, 1998) e das emoções patrimoniais (FABRE, 2013) que mobilizam diversos setores da sociedade pela sua preservação. Se é um discurso autorizado que valida uma série de bens e práticas sociais, por outro também serve como um instrumento de oposição e subversão política e cultural para a afirmação de identidades e defesa de direitos (SMITH, 2006). Não se perde de vista aqui que esses discursos têm implicações materiais sobre as “coisas” por meio das quais se dão as relações sociais (HARRISON, 2013).
No que diz respeito às disputas sobre o espaço urbano que se traduzir em termos patrimoniais, colocamos em perspectiva não só a Constituição de 1988 e todos os instrumentos participativos que ela reconheceu e instituiu como os conselhos de preservação e de cultura (PAIVA, 2017; CALABRE, 2010) e órgãos de planejamento urbano como também o Estatuto da Cidade (2001). Consideramos essas apropriações coletivas do espaço urbano sob a perspectiva do patrimônio ambiental urbano conforme definidas por Ulpiano de Meneses (2017) e Marly Rodrigues (TOURINHO; RODRIGUES, 2016).
No que diz respeito ao patrimônio natural, tomamos como referência os valores culturais da natureza apontados por Aziz Ab’saber, Simone Scifoni (2007) e Rafael Winter Ribeiro (2007) abordando também práticas de proteção dessa categoria de bem cultural como a aplicação do conceito de paisagem cultural e do instrumento da chancela pelo Iphan conforme os estudos de Danilo Pereira (2018), as ações do CONDEPHAAT em direção à proteção da paisagem analisadas por Felipe Crispim (2014) e as interfaces entre políticas patrimoniais e ambientais no licenciamento ambiental conforme discutidas por Claudia Leal e Luciano Silva (2016).
A questão ambiental vem também ao encontro do valor cultural atribuído a elas por comunidades indígenas, quilombolas e caiçaras. Nesse sentido abordamos as relações entre as questões patrimoniais e fundiárias envolvendo povos indígenas e quilombolas na Constituição de 1988 conforme debatidas por Yussef Campos (2018) e dos territórios indígenas seus direitos constitucionais por Manuela Carneiro da Cunha (2018), bem como as narrativas de reconhecimento e valorização da memória indígena e afro-brasileira abordadas por Natália Louzada (2011) e David William Ribeiro (2021). Sobre a questão do patrimônio caiçara tomamos como parâmetro o trabalho de Simone Toji (2009), em especial o dossiê Patrimônio Cultural Imaterial e Desenvolvimento Sustentável, organizado pela antropóloga e publicado na Revista do CPF-SESC (TOJI, 2021)
Adotamos o conceito de patrimônios difíceis como definidos por Cristina Meneguello (2020), ou seja, bens e locais que remetem a experiências de dor, sofrimento e violência com fins de reparação histórica e reconhecimento de direitos. Nessa perspectiva tomamos como parâmetro os debates recentes sobre hospícios e sanatórios conforme proposto por Cristina Meneguello e Daniela Pistorello (2021), sobre a memória e da patrimonialização de lugares ligados à Ditadura Militar no Brasil como proposto por Deborah Neves (2014), a memória do trabalho conforme a discussão proposta por Marly Rodrigues (2012) e também a problematização da memória dos bandeirantes feita por Paulo Garcez Marins (2020) e que tem ganhado destaque no debate público recente em âmbito mundial.
Para discutir as tensões sobre as representações sociais nos acervos museológicos, propomos atualizar os debates acerca da Nova Museologia conforme proposto por Hugues de Varine (2013) a partir de casos contemporâneos como a ressignificação de acervos relacionados à cultura afro-brasileira conforme discutido por Pamela de Oliveira Pereira (2017) e Bianca Souza (2020), à cultura indígena, como o caso do MAE apresentado por Marília Xavier Cury (2021) e à memória da resistência contra a ditadura no Brasil, como chama a atenção Deborah Neves (2018).
Por fim para debater as possibilidades de participação social no campo das políticas públicas nos apoiamos nos trabalhos de Yussef Campos (2017) sobre o artigo 2016 da Constituição de 1988, de Ana Lucia Goelzer Meira (2008) sobre a experiência de Porto Alegre com o orçamento e plano diretor participativo, de Lia Calabre (2013) sobre os conselhos de cultura, de Sonia Rabello (2009) sobre o instrumento jurídico do tombamento, de Mário Telles sobre o instrumento do registro (2007) de Felipe Crispim (2014) sobre as políticas estaduais de preservação em São Paulo e de Marcelo de Paiva (2014, 2019) sobre as políticas municipais e federais de preservação e, finalmente o volume organizado por Yussef Campos, Raul Lanari e Inês Soares (2021) fazendo um balanço sobre as práticas de preservação do patrimônio imaterial no Brasil.
Objetivos 1. Abordar as questões sociais contemporâneas que têm transformado e redefinido o campo do patrimônio a partir de casos concretos e pesquisas atualizadas sobre essa temática 2. Discutir o alcance e os limites conceituais, administrativos, jurídicos e sociais das políticas de preservação em nível municipal, federal e estadual. 3. Refletir sobre como o patrimônio cultural tem (ou não) servido como instrumento de defesa de valores e afirmação de direitos aos diversos grupos sociais que o reivindicam. 4. Divulgar referências bibliográficas e também marcos regulatórios sobre o patrimônio cultural com vistas ao empoderamento de setores e movimentos da sociedade civil interessados na preservação patrimonial.
Metodologia Aulas expositivas dialogadas apresentando os principais temas atuais relacionados ao patrimônio em como parâmetros conceituais, administrativos, e sociais que o delineiam. Debates em que as participantes e os participantes, se assim desejarem, contribuam com a reflexão sobre casos concretos a partir de suas próprias vivências e mobilizações. Leitura crítica e debates de textos pré-selecionados.
Resultados esperados Dar a conhecer os parâmetros conceituais, administrativos e sociais que definem os contornos do patrimônio cultural na atualidade, discutir sua aplicação prática a partir de casos concretos e possibilitar sua apropriação como instrumento conhecimento, de afirmação de valores culturais e de defesa de direitos sociais pelo público.
Público-alvo Membros de movimentos sociais interessados na preservação patrimonial, estudantes e professores de ensino médio e superior, servidores públicos, e interessados em geral.
Eixos temáticos Patrimônio ambiental urbano; patrimônio natural; patrimônio afro-brasileiro, indígena e caiçara; patrimônios difíceis; patrimônio museológico; direito à preservação
Programa Aula 1 – A cidade que queremos: memórias e apagamentos no espaço urbano Aula 2 – A natureza é patrimônio: a proteção cultural de bens naturais Aula 3 – O passado é lição para refletir: patrimônio afro-brasileiro, indígena e caiçara Aula 4 – Lembrar para não repetir: memórias difíceis, luto e reparação Aula 5 – Coleções de memórias: acervos e representações em disputa Aula 6 – Como se faz um patrimônio: políticas públicas de preservação e participação social
Referências AB’SABER, Aziz. O tombamento da Serra do Mar no Estado de São Paulo. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 21, p. 07-20, 1986. CALABRE, Lia . Conselhos de Cultura no Brasil: algumas questões. In: Albino Rubim; Taiane Fernandes; Iuri Rubim. (Org.). Políticas culturais, democracia e conselhos de cultura. 1ed.Salvador: Edufba, 2010, v. 1, p. 305-324. CAMPOS, Yussef Daibert Salomão de. Palanque e Patíbulo: o patrimônio cultural na Assembleia Nacional Constituinte (1987-1988). SP: Annablume, 2018 CHUVA, Márcia. Por uma história da noção de patrimônio cultural no Brasil. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Nº34, p.147-065, Brasília-DF, 2012. CRISPIM, Felipe Bueno. Entre a geografia e o patrimônio: estudo das ações de preservação das paisagens paulistas pelo CONDEPHAAT (1969-1989). Dissertação (mestrado em História), Guarulhos, UNIFESP, 2014. CUNHA, Manuela Carneiro da; BARBOSA, Samuel (orgs.) Direitos dos povos indígenas em disputa. 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Ministrantes Felipe Bueno Crispim: Licenciado em História pela Universidade Estadual Paulista UNESP Campus Assis e mestre em História pela Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP. Atuou como pesquisador e documentalista em projetos de identificação, inventário e preservação de acervos documentais e patrimônio cultural. Foi consultor da Diretoria de Patrimônio Artístico e Cultural de Jundiaí e parecerista da Revista Arqueologia Pública do Núcleo de Pesquisas e Estudos Ambientais, NEPAM UNICAMP. É autor do livro “Entre a Geografia e o Patrimônio: estudo das ações de preservação das paisagens paulistas pelo Condephaat (1968-1989), Fapesp/EdUFABC, 2016 e membro do Grupo de Trabalho em História Ambiental da Associação Nacional de História, Seção São Paulo, Anpuh SP. Atualmente é doutorando no Programa de Pós Graduação em História da Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP.
Marcelo Cardoso de Paiva: bacharel e licenciado em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), mestre e doutor em História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Realizou estágio de pesquisa na University of Manchester, na Inglaterra, e na Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne, na França. Atua como professor, pesquisador e consultor nas áreas de história, ensino e patrimônio cultural. Foi assistente de curadoria no projeto Novo Museu do Ipiranga, foi professor de história da rede pública de ensino do estado de São Paulo e é autor do livro Águas, Trilhos e Manacás: as cores da memória, baseado em sua própria pesquisa de campo sobre a região do ABC Paulista.
Patrimônio cultural na atualidade: entre disputas e direitos
Período 2 de agosto a 6 de setembro de 2023, às quartas-feiras, das 18h30 às 21h
Local CPC-USP/Casa de Dona Yayá
Endereço Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista – São Paulo
ATIVIDADE PRESENCIAL
inscrições
Inscrições gratuitas no site USP Digital Sistema Apolo, de 12 a 26 de julho de 2023. São oferecidas 30 vagas. Os selecionados serão comunicados exclusivamente via e-mail oportunamente e deverão confirmar sua participação.
Há um ditado que corre o mundo dos museus e acervos: “Todas as grandes universidades possuem grandes museus.”
De fato, são inúmeros os casos de universidades de renome internacional que abrigam redes relevantes de museus e outras coleções acadêmicas. A Universidade de São Paulo não foge à regra: além de reunir quatro grandes museus inscritos em seu estatuto ― Museu Paulista (MP), Museu de Zoologia (MZ), Museu de Arqueologia e Etnologia e Museu (MAE) e Museu de Arte Contemporânea (MAC) ― há inúmeros outros pequenos museus ligados às unidades universitárias bem como coleções ligadas a departamentos, laboratórios e outras estruturas de ensino, pesquisa e extensão universitária. De fato, esse rico conjunto de coleções atravessa a história da universidade, constituindo-se de um gigantesco e fascinante rol de documentos, artefatos, obras de arte e outros objetos das mais variadas naturezas e suportes.
A relação entre turismo, coletivos culturais e movimentos sociais tem chamado a atenção nos últimos anos, conquanto estudos sobre as conexões destes temas ainda sejam incipientes. Ações coletivas com pautas de moradia, educação, saúde, creche, cultura, lazer, contra a carestia já possuem extensa bibliografia. Este curso pretende discutir especificamente sobre coletivos que têm trabalhado em prol da memória, patrimônio cultural e referências culturais de seus territórios. Estes são os fios que nos levam a tentar entender por que e como muitos coletivos culturais têm acionado o turismo, para além de um instrumento de desenvolvimento local, como também por uma miríade de possibilidades em suas práticas, possibilitando reflexões teóricas e práticas tanto da área do turismo como também do patrimônio cultural. Veremos especialmente a experiência da Agencia de Turismo Queixadas no bairro de Perus e as atividades desenvolvidas pelo Grupo Ururay no bairro da Penha e na Zona Leste de São Paulo e as experiências nos territórios.
ministrante
Paulo Tácio Aires Ferreira: graduado em Turismo pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (2006) com especialização em Formação de Professores pela mesma instituição (2012). Mestre pelo programa Mudança Social e Participação Política na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo. É Agente Cultural na Secretaria de Cultura da Prefeitura de Santo André/SP, onde participou do Plano Diretor de Turismo do município e ações culturais relacionadas ao patrimônio cultural na Vila de Paranapiacaba. Atualmente trabalha na Gerência de Documentação e Preservação Cultural do Museu de Santo André, onde tem desenvolvido trabalhos com o educativo do museu. Experiência com questões e conflitos de patrimônio ambiental e cultural, protagonismo comunitário e gestão pública, ações e eventos culturais. Doutorando em Turismo pelo Programa de Pós-Graduação em Turismo da Universidade de São Paulo. Nasceu e cresceu nas periferias da Zona Leste de São Paulo e é militante de movimentos culturais.
datas e horários Quartas-feiras à tarde, entre 5 e 26 de julho de 2023, com duas aulas externas aos sábados, pela manhã
carga horária 20h
programa
5/7 aula 1, 14h–18h Turismo, patrimônio cultural e coletivos culturais da cidade de São Paulo: aproximações do tema 12/7 aula 2, 14h-16h A experiência da Agência Queixadas, Perus/São Paulo 15/7 saída, 9h-13h Visita técnica ao bairro de Perus 19/7 aula 3, 14h- 16h A experiência do Grupo Ururay, Penha/ São Paulo 22/7 saída, 9h-13h Visita técnica ao bairro da Penha 26/7 aula 4, 14h-18hDiscussão final, partilhas e fechamento com os coletivos
público-alvo Estudantes de graduação e pós-graduação, trabalhadores do serviço público (planejamento de turismo, cultura e urbanismo), bem como interessados em ações com bens culturais de uma forma geral.
local Casa de Dona Yayá Rua Major Diogo, 353, São Paulo, SP
atividade presencial gratuita
inscrições e seleção
Sâo oferecidas 40 vagas. Inscrições gratuitas no site USP Digital Sistema Apolo, de 12 a 26 de junho de 2023. O preenchimento do formulário a ser enviado após a inscrição é obrigatório. A seleção dos candidatos será feita por ordem de inscrição, dando prioridade para pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+ e gênero (mulheres e trans). Os selecionados serão comunicados exclusivamente via e-mail oportunamente e deverão confirmar sua participação.
Aula aberta de práticas corporais, respiratórias e meditativas com base no Hatha Yoga para o bem-estar físico e mental. Para iniciantes e praticantes de todas as idades. Instrutora: Bruna Gabriela Elias.
11/6 – domingo, 11h às 13h
DOMINGO NA YAYÁ
Oficina de zine: cartas pessoais: recriações criativas
Zines são pequenas revistas produzidas e publicadas de forma independente. Nesta oficina os participantes irão produzir um zine coletivo com colagens e escrita criativa. Com Sabina Anzuategui, autora de Escrevi pra você hoje, destinado ao público jovem.
14/6 – quarta-feira, 19h às 21h30
CONVERSA COM A AUTORA: AMELINHA TELES
Lançamento do livro Feminismos: Ações e Histórias de Mulheres (Alameda, 2023). Maria Amélia de Almeida Teles é militante política feminista, fundadora e presidenta honorária da União de Mulheres de São Paulo, co-coordenadora do Projeto Promotoras Legais Populares e integrante da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos.
17/6 –sábado,10h às 12h
OFICINA ESCRITA CRIATIVA: Escrever as origens
As mulheres de Tijucopapo (Marilene Felinto, Ubu, 2021), é o tema deste encontro no qual a escritora e mediadora Sabina Anzuategui propõe uma conversa sobre a obra e um exercício de escrita livre. Inscrições: casarocha259@gmail.com
18/6 domingo, 11h às 12h
DOMINGO NA YAYÁ
Música de câmara: Quinteto Aquerela
Quinteto de sopro formado por músicos do Laboratório de Música de Câmara da Escola de Comunicação e Artes da USP. Com Brenda Carvalho – flauta, Guimel Alves – oboé, Rafael Esparrel – clarinete, Natália Kaiti – fagote, Winicius Wagnes – trompa. Coordenação: Alexandre Fontainha. Parceria CPC-USP/Lamuc-ECA.
25/6 domingo, 10h às 13h
DOMINGO NA YAYÁ Arraial na Yayá
No mês das festas juninas, as crianças vão participar de brincadeiras típicas dessa tradição que acontece no Brasil todo.
21 e 28/6 quartas-feiras, 19h às 21h30
SEMINÁRIO
Política urbana, normativas, incentivos: e a cidade, como fica?
Mesa 1: Cidade, ambiente e modos de vida. Local: Casa de Dona Yayá
Mesa 2: O público e o privado nas concessões do espaço urbano. Local: IAB-SP
28/6 quartas-feiras, 14h às 17h30
Roteiros do Patrimônio da USP
Os monitores do CPC-USP realizam dois roteiros de visitação por locais representativos do patrimônio cultural da Universidade: Roteiro 1: campus Butantã; Roteiro 2: centro de São Paulo. Inscrições: https://forms.gle/W17AuV73tqaVMxpXA
As áreas centrais de São Paulo são marcadas pela presença de uma série de edifícios que, por permanecerem ociosos por longos períodos, descumprem a função social da propriedade privada prevista pela Constituição Federal. Ao mesmo tempo, por outro lado, o avanço do mercado imobiliário nessas áreas têm levado à demolição de antigos edifícios e à expulsão de populações de baixa renda, o que resulta em alterações significativas ao patrimônio cultural espalhado pela cidade. Os movimentos de moradia que atuam nas áreas centrais têm promovido papel fundamental tanto na defesa da função social da propriedade, ocupando imóveis vazios, quanto na resistência aos processos de expulsão de populações vulneráveis.
Neste programa conversamos com Welita Caetano, cientista do trabalho e liderança da Frente de Luta por Moradia (FLM). Ao longo da conversa abordamos as práticas e manifestações culturais e políticas dos movimentos de moradia, sua memória e os impactos de projetos recentes na memória e na identidade do bairro do Bexiga.
O projeto Roteiros do Patrimônio é um convite ao reconhecimento das memórias e histórias da Universidade por meio do seu diverso patrimônio cultural com o qual a comunidade acadêmica estabelece processos de construção de conhecimento, pertencimento e valor. São sugestões de percursos que foram traçados tendo como referência edifícios significativos dos campi da USP pelo seu valor histórico, arquitetônico ou afetivo. Os roteiros são destinados tanto à comunidade universitária quanto à comunidade externa. Fundada na década de 1930, a USP é uma das instituições de ensino e pesquisa mais importantes do Brasil e da América Latina, e faz parte da história de São Paulo.
Os Roteiros do Patrimônio da USP dão continuidade à série Guias CPC, que busca identificar e divulgar o rico patrimônio cultural da Universidade e suas referências culturais. Nesta primeira etapa do projeto foram elaborados três roteiros de visitação que apresentam a Cidade Universitária “Armando Salles de Oliveira”, as unidades espalhadas na região central da capital e o campus São Carlos, no interior do estado, em colaboração como Instituto de Arquitetura de Urbanismo. Para cada roteiro foi produzido um guia com o mapa do local, o trajeto sugerido, os pontos de parada e a apresentação dos pontos de parada. Os guias serão complementados, ainda, por áudios disponíveis para acesso por meio de QRCode que trazem informações sobre os locais e reproduzem os sons dos ambientes da USP, ampliando a experiência sensorial dos roteiros. Os interessados poderão se inscrever gratuitamente para fazer os roteiros com o acompanhamento dos monitores do CPC-USP nos horários determinados.
Roteiros do Patrimônio da USP Campus Butantã
Dentro da vasta pluralidade da Cidade Universitária, propõe-se um percurso pela Cidade Universitária “Armando Salles de Oliveira” que, partindo do Centro de Práticas Esportivas, o CEPE, busca explorar alguns exemplos do patrimônio edificado e também natural, histórico e acadêmico do campus. Valorizando os usos e as vivências cotidianas, os lugares e edifícios, bem como as memórias, o trajeto propõe a apresentação e o convite à reflexão sobre os múltiplos significados do patrimônio cultural da Universidade de São Paulo.
Roteiros do Patrimônio da USP Centro da cidade de São Paulo
A Universidade de São Paulo guarda estreita relação com a região central da Capital. As instituições de ensino superior que deram origem à USP em 1934, à exceção da Escola Superior de Agricultura em Piracicaba, ficavam nessa região, como a Faculdade de Direito, a Faculdade de Medicina, a Escola Politécnica, a Faculdade de Farmácia e Odontologia, a Escola de Medicina Veterinária, o Instituto de Educação e a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL). Entre os anos 1940, com o início do processo de construção do campus universitário no bairro do Butantã, até a década de 1970, algumas unidades foram tranferidas para o Campus. Permaneceram no Centro o chamado Quadrilátero da Saúde, a Faculdade de Direito, uma unidade da Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Design e órgãos de extensão e cultura.
Roteiros do Patrimônio da USP Campus São Carlos
Partindo do Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC), no centro da cidade de São Carlos, e com destino final a portaria principal do campus, na Avenida Trabalhador São Carlense, a caminhada pretende alcançar a compreensão do patrimônio universitário para além do campus e alcançando a própria cidade. O percurso sugerido é totalmente caminhável, com uma subida do CDCC até o campus e descida até a portaria principal. Um caminho alternativo, mais longo, passa pela avenida mais importante da cidade, a Avenida São Carlos, onde estão outros pontos de interesse, como a Catedral de São Carlos, o Jardim Público, a Praça Coronel Salles (Praça dos Pombos) e a Escola Álvaro Guião.
Datas para agendamento
28/06/2023 (quarta-feira), às 14h no CAMPUS USP BUTANTÃ
28/06/2023 (quarta-feira), às 14h pelos BENS DA USP NO CENTRO DE SÃO PAULO
12/07/2023 (quarta-feira), às 14h no CAMPUS USP SÃO CARLOS
26/07/2023 (quarta-feira), às 14h no CAMPUS USP BUTANTÃ
26/07/2023 (quarta-feira), às 14h pelos BENS DA USP NO CENTRO DE SÃO PAULO
16/08/2023 (quarta-feira), às 14h no CAMPUS USP SÃO CARLOS
30/08/2023 (quarta-feira), às 14h no CAMPUS USP BUTANTÃ
30/08/2023 (quarta-feira), às 14h pelos BENS DA USP NO CENTRO DE SÃO PAULO
O evento “Acervos na USP: desafios na gestão e na preservação” tem por objetivo reconhecer a diversidade e complexidade dos acervos da universidade e promover reflexões acerca da sua salvaguarda e difusão, propiciando a reunião de gestores e profissionais ligados ao tema. O evento tem como objetivo promover a construção de conhecimento sobre os acervos da USP, proporcionar amplo debate sobre os principais desafios de preservação e gestão, bem como ressaltar a sua importância para a Universidade. Pretende ser uma oportunidade de trabalho colaborativo e participativo, reunindo as redes de trabalho em prol do benefício de todos os acervos da Universidade.
A proposta partiu do “Grupo de Trabalho Acervos da USP e Conservação”, criado em janeiro de 2022 por iniciativa do Centro de Preservação Cultural/Casa de Dona Yayá, da Biblioteca Brasiliana Mindlin, da Rede de Conservação Preventiva da USP e da Rede USP de Profissionais de Museus e Acervos com o propósito de promover encontros ao longo do ano de 2023 para fomentar iniciativas para a preservação e conservação de acervos da USP.
O evento ocorrerá em dois dias. No dia 18 estarão reunidos os grupos de trabalho temáticos com os profissionais que atuam com preservação de acervos da USP, previamente inscritos. No dia 19, com participação aberta, serão apresentadas mesas-redondas com pesquisadores e especialistas da Universidade para uma reflexão acerca da importância dos acervos universitários e caminhos para sua preservação.
PROGRAMA
Dia 18/4/2023 9h Abertura: Profa. Dra. Marli Quadros Leite, Pró-Reitora de Cultura e Extensão Universitária e Prof. Dr. Hussam El Dine Zaher, Pró-Reitor Adjunto de Cultura e Extensão Universitária 9h30 Café 10h – 12h30 Grupos de trabalho: acervos bibliográficos, coleções científicas, acervos museológicos, acervos de laboratórios de pesquisa, acervos arquivísticos e outros. 12h30 – 14h Intervalo 14h – 15h30 Apresentação dos debates dos grupos de trabalho 15h30 – 16h30 Discussão final e encaminhamentos 16h30 Café de encerramento
Dia 19/4/2023 9h Abertura: Grupo de Trabalho Acervos da USP: ações e desafios Flávia Brito (CPC-USP), Alexandre Saes (BBM), Juliana Saft (Rede de Conservação Preventiva da USP) e Carla Gibertoni Carneiro (Rede USP de Profissionais de Museus e Acervos / MAE) 10h – 10h15 Intervalo para café 10h30 – 12h30 Mesa-redonda: Museus, acervos e bibliotecas na perspectiva de futuro Prof. Dr. Paulo César Garcez Marins (Museu Paulista), Profa. Dra. Ana Maria Camargo (FFLCH ) e Maurício Candido da Silva (Museu de Anatomia Veterinária) 12h30 – 14h Intervalo para almoço 14h – 16h Mesa-redonda: Redes, coleções e desafios de preservação Prof. Dr. André Motta (Museu Histórico da Faculdade de Medicina), Prof. Dr. Eduardo Góes Neves (Museu de Arqueologia e Etnologia), Profa Dra Rosebelly Nunes Marques (ESALQ) 16h – 17h Mesa de encerramento: Desafios e perspectivas de trabalho Flávia Brito (CPC), Alexandre Saes (BBM), Juliana Saft (Rede de Conservação Preventiva da USP), Carla Gibertoni Carneiro Rede USP de Profissionais de Museus e Acervos / MAE USP), Prof. Dr. Carlos Gilberto Carlotti Junior, Exmo. Reitor da USP, Profa. Dra. Maria Arminda Nascimento Arruda, Exma. Sra. Vice-Reitora da USP, Profa. Dra. Marli Quadros Leite, Pró-Reitora de Cultura e Extensão Universitária, Prof. Dr. Hussam El Dine Zaher, Pró-Reitor Adjunto de Cultura e Extensão Universitária 17h Café de encerramento
SEMINÁRIO INTERNO ACERVOS NA USP: desafios na gestão e na preservação
Dias 18 e 19 de abril de 2023, das 9h às 17h Local: Auditório Istvan Jancsó – Espaço Brasiliana. Rua da Biblioteca, 21 – Cidade Universitária – São Paulo
Contato: cpcpublic@usp.br
Comissão organizadora: Ina Hergert, Flávia Urzua, Cibele Monteiro da Silva, Juliana Saft, Maurício Candido da Silva, Ana Vasques, Viviane Jono, Carla Gibertoni Carneiro, Lisely Salles de Carvalho Pinto , Flávia Brito do Nascimento, Alexandre Machione Saes, Miriam Della Posta de Azevedo
Realização: Grupo de Trabalho Acervos da USP, Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, Centro de Preservação Cultural/Casa de Dona Yayá, Biblioteca Brasiliana Mindlin, Rede USP de Profissionais de Museus e Acervos e Rede de Conservação Preventiva da USP.