Fotografando o próprio território

curso de difusão

O curso de fotografia, ministrado pela premiada fotógrafa Dani Sandrini, está de volta ao Centro de Preservação Cultural da USP – Casa de Dona Yayá! Desta vez, com o tema “Fotografando o próprio território” e duração de um mês completo – todas as terças-feiras de agosto, das 19h às 21h30.

O curso se destina a estimular a documentação fotográfica do próprio território de cada participante – o cotidiano como experiência. O foco estará nas pequenas e particulares histórias e não nos grandes eventos externos a nós. O que há de interessante ou peculiar no entorno de cada um, no seu próprio território? Tendo como ponto de partida as diversas referencias apresentadas em aula, os alunos serão estimulados a pensar nos diferentes recortes possíveis e pontos de vista a serem partilhados.

Programa:

Aulas 1 e 2:

Panorama da documentação de cotidianos – partilha e discussão de trabalhos de diversos fotógrafos.

Aulas 3 e 4:

Apresentação do material produzido pelos alunos;

Partilha e referências de fotógrafos documentais.

Ministrante: Dani Sandrini (USP)

Aulas nos dias 4, 11, 18 e 25 de agosto de 2026, terças-feiras, das 19h às 21h30.

Atividade presencial, com emissão de certificado USP.

Inscrições gratuitas até 30/7/2026

Local: CPC-USP/Casa de Dona Yayá Rua Major Diogo, 353, Bela Vista/Bixiga, SP

Criando ensaios audiovisuais: observar o entorno com um olhar poético

Seguindo o calendário de “Férias 2026 na Yayá” e dando continuidade às atividades de audiovisual na programação da Casa, o Centro de Preservação Cultural da USP anuncia o curso de difusão “Criando ensaios audiovisuais: observar o entorno com um olhar poético”, ministrado por Eduardo Kishimoto (USP).

O curso visa debater filmes e suas narrativas, explorando formas pouco conhecidas de exprimir sentimentos através da linguagem audiovisual. Com isso busca-se ampliar o repertório dos alunos, e, principalmente, tornar consciente a construção da narrativa audiovisual.

Partirá dos alunos a escolha dos possíveis objetos – aspectos do bairro que gostariam de retratar -, cujo propósito é explorar a sensibilidade, memórias e experiências dos participantes, bem como entender como nos relacionamos com estes objetos, e a partir daí construir coletivamente formas narrativas que expressem essa dinâmica.

Conteúdos sobre técnicas de gravação e edição simplificadas serão disponibilizados para as devidas criações dos ensaios.

Para a realização dos exercícios práticos, haverá duas saídas de campo em grupo. 

De volta à sala de aula, as gravações dos ensaios serão utilizadas como objeto de edição de vídeos curtos e, em caráter comunitário e celebrativo, será organizada uma sessão de exibição pública dos mesmos na Casa de Dona Yayá.

Todo material  será disponibilizado no canal do CPC no Youtube, com créditos de cada participante envolvido e sob creative commons.


Inscrições até 6/7/2026


de 15/7 a 12/8/2026
Quartas-feiras, das 19h às 21h (15, 22 e 29/7; 5 e 12/8)
Saídas de campo aos domingos, das 9h às 13h (2 e 9/8)

Quartas-feiras, das 19h às 21h (15, 22 e 29/7; 5 e 12/8)
Saídas de campo aos domingos, das 9h às 13h (2 e 9/8)
Aulas presenciais e gratuitas, com emissão de certificado USP

Rua Major Diogo, 353
Bela Vista/Bixiga, São Paulo, SP

Moradia popular tombada no Bixiga: articulando o patrimônio histórico e a permanência da população no território

curso de difusão

O Centro de Preservação Cultural da USP – Casa de Dona Yayá tem a honra de anunciar a programação de férias/2026, a começar pelo curso Moradia popular tombada no Bixiga: articulando o patrimônio histórico e a permanência da população no território.

O bairro do Bixiga ocupa uma posição singular na cidade de São Paulo: ao mesmo tempo em que concentra o maior número de imóveis tombados do município, também apresenta uma das mais expressivas presenças de habitações coletivas precárias, os chamados cortiços. De acordo com o Censo de Cortiços (2022), o bairro reúne um número significativo desses imóveis, sendo que levantamento realizado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da Universidade de São Paulo (FAUD-USP) identificou 56 cortiços instalados em edificações protegidas por tombamento. Essa realidade evidencia um cenário complexo, marcado simultaneamente por desafios e potencialidades. O curso propõe uma reflexão sobre as relações entre moradia popular, preservação do patrimônio cultural e políticas públicas urbanas, tomando como foco os imóveis tombados ocupados por populações de baixa renda no Bixiga. Por meio de atividades expositivas e práticas, serão discutidos o panorama atual da habitação popular no bairro, os instrumentos de política pública voltados à habitação social e à preservação patrimonial, bem como as possibilidades de atuação da universidade na construção de soluções socialmente justas e tecnicamente qualificadas. A iniciativa visa compartilhar, produzir e difundir conhecimentos sobre os imóveis tombados ocupados por moradia popular no Bixiga, promovendo o diálogo entre as políticas de preservação do patrimônio cultural e as políticas de habitação social na cidade de São Paulo. Busca-se, assim, fortalecer perspectivas integradas de intervenção que conciliem o direito à moradia, a permanência das comunidades locais e a conservação do patrimônio urbano.

Inscrições até 5/7/2026

de 15 a 30/7/2026

Às quartas e quintas-feiras, das 14h às 17h

Aulas presenciais e gratuitas, com emissão de certificado USP

Ministrante: Marcos Tognon (UNICAMP)

Rua Major Diogo, 353

Bela Vista/Bixiga, São Paulo, SP

Patrimoniar #18. Marcos Venancio Lui — Os cortiços e seus operadores

Patrimoniar #18. Marcos Venancio Lui — Os cortiços e seus

A forma de habitação urbana conhecida como “cortiço” se verifica em nossas cidades desde pelo menos meados do século 19. Trata-se da coabitação de um mesmo imóvel residencial por meio de aluguel de cômodos individuais: famílias e indivíduos de origens variadas compartilham das mesmas estruturas, instalações sanitárias e áreas comuns. Essa tipologia de habitação normalmente está associada a formas intensas de exploração de seus moradores (em função do alto valor cobrado por uma quantidade pequena de metros quadrados) e a condições precárias de vida privada cotidiana. A existência de cortiços, no entanto, se revela em muitos casos a única alternativa para populações de baixa renda se instalarem em áreas centrais ou bairros com fácil acesso ao emprego e à infraestrutura e equipamentos urbanos. Repletos de contradições e desafios, os cortiços permanecem um desafio para planejadores urbanos e para o enfrentamento de desigualdades e implementação de cidades justas e com dignidade para todas as pessoas. Cortiços são ainda temas recorrentes nos debates em torno do patrimônio cultural urbano, especialmente em áreas centrais, seja pela sua presença em regiões com forte concentração populacional nas quais se verificam manifestações culturais diversas, seja porque muitas vezes ocupam edificações tombadas ou com potencial de patrimonialização.

Neste programa conversamos com Marcos Venancio Lui sobre a história dos cortiços, os problemas associados a eles e a sua interlocução com questões ligadas ao patrimônio cultural. Conversamos em particular sobre sua pesquisa de doutorado atualmente em desenvolvimento em torno dos chamados operadores dos cortiços — agentes que atuam em seus bastidores e são responsáveis pela sua operação e viabilização, sejam eles proprietários, intermediários, entre outros personagens. Ao longo da conversa se revela uma realidade bastante diversa e nada homogênea, com diferentes perfis de moradores e de operadores.

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Patrimônio, memória e história nas periferias urbanas brasileiras

curso de difusão

Abrindo a grade de cursos de 2026, o Centro de Preservação Cultural da USP – Casa de Dona Yayá  tem a honra de apresentar: Patrimônio, memória e história nas periferias urbanas brasileiras, formação constituída por 6 encontros, sob a orientação de Adriano José de Sousa – integrante do coletivo de pesquisadores periféricos Centro de Pesquisa e Documentação Histórica (CPDOC) Guaianás, coordenador e educador popular no Movimento Negro Uneafro-Brasil e doutorando na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da Universidade de São Paulo (FAU-USP).

O curso tem como objetivo apresentar diferentes formas de leitura das múltiplas temporalidades presentes nos territórios periféricos de alguns centros urbanos brasileiros – nesta edição, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte. Para isso, serão abordadas sua documentação histórica, bem como os patrimônios culturais materiais e imateriais, entendidos como base para a produção de historiografias urbanas e para a reflexão sobre as possibilidades de cidade em suas materialidades e formas de apropriação social.

Serão analisadas, ainda, as representações dos espaços e das vivências urbanas de seus moradores, em diálogo com diversas linguagens artísticas e formas de registro, como literatura, teatro, audiovisual, fotografia, cartografias e oralidades. O curso também contempla a organização de acervos e centros de memória constituídos por coletividades formadas por moradores das periferias e favelas dessas cidades.

Inscrições até 2/4/2026

Aulas de 13/4 a 5/5/2026
Às segundas e terças-feiras, das 19h às 21h30

Atividades presenciais e gratuitas, com emissão de certificado USP

Rua Major Diogo, 353
Bela Vista/Bixiga, São Paulo, SP

São Luís cidade negra: reconhecimento, patrimonialização e insurgências

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Para os amantes da disciplina, o Centro de Preservação Cultural da USP – Casa de Dona Yayá está com a agenda recheada de cursos patrimoniais no mês de novembro!! Completando a grade, vem aí São Luís cidade negra: reconhecimento, patrimonialização e insurgências, sob a orientação de Alex Oliveira.

O processo de patrimonialização das manifestações culturais pelo Estado brasileiro consolidou-se a partir de uma ideia de representação nacional fundada em bases coloniais hegemônicas, responsáveis por sucessivos processos de exclusão e apagamento dos grupos mais vulneráveis da sociedade. Tal dinâmica se repete em diversos territórios urbanos tombados por seus valores históricos, como São Luís/Maranhão. Localizada em uma ilha equinoxial, a capital maranhense vivencia, desde seu primeiro tombamento em 1940, um processo institucional de patrimonialização que a tornou referência quanto aos desdobramentos da ação estatal — simultaneamente promotora do discurso oficial de proteção e agente de exclusão. Diante da urgência de ampliar a democratização racial e o enfrentamento ao racismo, estudar São Luís como cidade negra, patrimonializada e detentora de uma rica herança cultural afrodiaspórica se faz ainda mais relevante no mês em que se celebra a data da Consciência Negra no Brasil.

Inscrições até 30/10

Ministrante: Alex Oliveira (Universidade Estadual do Maranhão)

Aulas de 10 a 27/11/2025

Às segundas e quintas-feiras, das 14h às 17h

Atividade presencial e gratuita, com emissão de certificado USP

Rua Major Diogo, 353

Bela Vista/Bixiga, São Paulo – SP

Tradição e ruptura: uma introdução à arquitetura japonesa do século XX

Está aberto o período de inscrições para o próximo curso de difusão do Centro de Preservação Cultural da USP – Casa de Dona Yayá, Tradição e ruptura: uma introdução à arquitetura japonesa do século XX.

Embora o Brasil tenha a maior comunidade de imigrantes japoneses fora do Japão, a visão sobre o Extremo Oriente ainda é influenciada por estereótipos distantes da realidade atual. O curso aborda questões culturais e arquitetônicas, destacando a importância de romper com percepções deturpadas e eurocêntricas. Em um cenário de crescente globalização e decolonialidade, objetiva-se refletir sobre as influências das disputas imperialistas na formação da arquitetura japonesa e mundial, promovendo a desconstrução de estereótipos e ampliando a compreensão de contextos culturais diversos.

Corresponde ao conteúdo do curso discutir as principais transformações na arquitetura e urbanismo do Japão desde a Restauração Meiji, no final do século XIX, até os dias atuais, incluindo os impactos da modernização, ocidentalização, industrialização, ciclos de reconstruções e o período pós-guerra.

Inscrições até 23/10

Ministrante: Maria Cláudia Candeia (Universidade de Brasília)

Aulas de 4 a 25/11

Às terças-feiras, das 16h às 18h30

Aulas presenciais e gratuitas, com emissão de certificado USP

Rua Major Diogo, 353

Bela Vista/Bixiga, São Paulo, SP

outubro desenhado na universidade

Vamos celebrar a vida universitária e suas referências culturais desenhando aspectos do cotidiano da universidade em todos os dias de outubro!

O outubro desenhado na universidade é uma iniciativa do CPC com dois objetivos principais: de um lado, valorizar o patrimônio cultural universitário, caracterizado por seus lugares, objetos, edificações, celebrações, formas de expressão e saberes; de outro, estimular um olhar para essas várias expressões culturais próprias da vida universitária por meio do desenho à mão — uma forma privilegiada de desaceleração do cotidiano e de leitura e expressão do mundo ao nosso redor.

Indicamos abaixo uma série de sugestões de temas para elaborar desenhos em cada um dos dias e compartilhar nas redes sociais. Gostaríamos de que diferentes visões sobre cada uma dessas referências culturais universitárias possam ser expressas por estudantes, professores, técnicos-administrativos e por todos os demais interessados nas universidades.

Os temas não são aleatórios: trata-se de um conjunto de referências culturais levantadas pela equipe responsável pelo Inventário participativo de referências culturais que o CPC desenvolve desde 2022 — e cujos resultados devem ser publicados nos próximos meses. Essas referências são algumas das mais recorrentes entre as várias oficinas promovidas pela equipe do inventário realizadas em diferentes locais do Campus Butantã da USP. Contudo, embora digam respeito ao cotidiano universitário uspiano, muitas delas são comuns à experiência universitária para além dos muros da USP e também podem ser pensadas e elaboradas em outros contextos.

o que é o #outubrodesenhado?

Nossa iniciativa é inspirada na campanha Inktober, criada em 2009 pelo ilustrador Jake Parker — que desde então promove listas com sugestão de temas para desenhar todos os meses de outubro.

O nosso #outubrodesenhado tem foco específico na vida universitária e em seu patrimônio cultural: gostaríamos de ver os diferentes significados e interpretações desse patrimônio expressos nos desenhos feitos pelos diferentes frequentadores das universidades e por todos os demais interessados.

como participar?

Basta desenhar!

Não precisa saber desenhar. Não precisa desenhar de forma profissional ou super elaborada. Queremos estimular um momento de pausa no dia-a-dia para que possamos refletir sobre cada um desses temas por meio do desenho à mão. Todos os desenhos e contribuições são bem vindas.

Siga a nossa lista de sugestões de temas, elaborando desenhos baseados em cada uma das sugestões para cada um dos dias do mês de outubro. Depois, poste seu desenho nas redes sociais utilizando a hashtag #outubrodesenhadonausp. Marque também o CPC (@cpcusp nas redes sociais) em suas postagens!

temas

A interpretação de cada um destes temas é completamente livre: sinta-se à vontade para registrar as nuances e ambiguidades que as palavras eventualmente apresentem. Estamos interessados em reconhecer as várias leituras possíveis sobre as referências culturais da universidade.

  • 1º/10 bandejão
  • 2/10 biblioteca
  • 3/10 cepê
  • 4/10 praça do relógio
  • 5/10 coletivo
  • 6/10 crusp
  • 7/10 bateria
  • 8/10 festa
  • 9/10 mesinha
  • 10/10 sala de aula
  • 11/10 atlética
  • 12/10 circular
  • 13/10 vivência
  • 14/10 vão
  • 15/10 cookie
  • 16/10 trailer
  • 17/10 acervo
  • 18/10 mascote
  • 19/10 ponto de ônibus
  • 20/10 greve
  • 21/10 museu
  • 22/10 creche
  • 23/10 sagui
  • 24/10 assembleia
  • 25/10 movimento
  • 26/10 sofá
  • 27/10 kraft
  • 28/10 caneca
  • 29/10 laboratório
  • 30/10 remo
  • 31/10 capivara

Memória, cidade e jornalismo

Curso de difusão

Memória, cidade e jornalismo é o novo curso de difusão do CPC USP, com inscrições já disponíveis e limite de vagas!

O curso busca situar o jornalismo como agente privilegiado na produção da história e da memória na cidade de São Paulo, refletindo e ao mesmo tempo influenciando construções culturais e políticas públicas. Por meio de leitura de bibliografia recomendada, análise de materiais relacionados e debates em sala, a ideia é falar sobre pesquisa em acervos, identidade urbana e possibilidades de transformação de retratos estigmatizantes, valorizando a noção de território, as narrativas de pertencimento e as culturas locais.

Serão três encontros, às terças-feiras, das 19h às 21h, com a seguinte abordagem:

Aula 1 (16/09/2025, 19h–21h): Reflexão sobre a imprensa, de brechas em grandes veículos à resistência em órgãos militantes, como fonte para compreender a história urbana e explorar arquivos físicos e digitais. Debate sobre práticas jornalísticas que ampliem mundos sensíveis às desigualdades e diversidades.
Aula 2 (23/09/2025, 19h–21h): Análise das representações de São Paulo nas manchetes e sua relação com urbanização e identidades.
Aula 3 (30/09/2025, 19h–21h): Discussão sobre lugar e território no jornalismo e nas políticas de memória, contra estigmas e exclusões.

De 16 a 30/9, das 19h às 21h
Às terças-feiras
Aulas presenciais e gratuitas, com emissão de certificado USP

Rua Major Diogo, 353
Bela Vista/Bixiga, São Paulo, SP

3ª edição da Oficina de Bordado na Casa de Dona Yayá

ministrada por Beatriz Barsoumian

Segundo a historiadora Rozsika Parker, conhecer a história do bordado é conhecer a história das mulheres. A “Oficina de Bordado na Casa de Dona Yayá” parte dessa premissa ao refletir sobre as relações entre o bordar e os ideais de feminilidade, historicamente atravessados por apagamentos — tanto das mulheres no espaço doméstico quanto dos saberes considerados “femininos”. Ainda assim, o bordado revela-se como espaço de potência: criativo, afetivo e político. Como aponta Juliana Padilha de Sousa, mestre em artes (UFPA), ele serviu à aprendizagem informal — como nos alfabetos em ponto cruz — e como fonte de renda, a despeito das limitações que as mulheres atravessaram em cada momento da História. Bordar, assim, também foi um gesto de resistência, sociabilidade e autonomia.

A relação com a Casa ganha força com a memória de Sebastiana de Mello Freire, que, mesmo reclusa, bordava rendas com a técnica do frivolité. A Oficina, em sua terceira edição, dá continuidade ao projeto “Bixiga Entre Linha”, valorizando detalhes das fachadas e portões do bairro, incluindo símbolos adinkras, de matriz africana e cuja presença é bastante marcante na arquitetura da região.
A atividade propõe a ocupação sensível do espaço da Casa, aproximando comunidade e Universidade. Com agulhas e linhas, constrói-se memórias, redes e novas formas de habitar a história.

Programação de férias – de 20 a 31/07

Aulas distribuídas em 3 encontros:
domingo 20/07, quinta 24/07 e quinta 31/07

Aula 1: Domingo 20/07, das 10h às 14h
Apresentação do curso, distribuição dos materiais e riscos.
Apresentação da bandeira “Bixiga Entre Linha” aos demais participantes; e aprendizado dos pontos básicos já nos riscos distribuídos.

Aula 2: Quinta-feira 24/07, das 14h às 18h
Finalização dos bordados e início da colagem na bandeira “Bixiga Entre Linha”.

Aula 3: Quinta- feira 31/07, das 14h às 18h
Finalização da bandeira “Bixiga Entre Linha”.

Inscrições até 18/07/2025
Local: CPC-USP / Casa de Dona Yayá
Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista/Bixiga – SP

Aulas presenciais e gratuitas, com emissão de certificado USP