Terreiros Sagrados do Bixiga

Curso de difusão

O Centro de Preservação Cultural da USP – Casa de Dona Yayá torna disponível o novo curso oferecido pela instituição: Terreiros Sagrados do Bixiga! 

Em momento tão significativo na história do bairro, quando as escavações do Sítio Saracura Vai-Vai recuperam testemunhos de práticas de matriz africana nesta região, o curso visa contribuir significativamente para os estudos acerca da história do povo negro no Bixiga, elucidando que a existência de Terreiros ainda é marcante na contemporaneidade, estabelecendo diálogos e pontes com estes lugares sagrados para a redução do racismo religioso e urbano. 

Idealizado pelo professor Fabrício Forganes Santos, cujas formações social e acadêmica têm extensa conexão com o tema, Terreiros Sagrados do Bixiga traça entre os objetivos:

– Refletir sobre as práticas de matriz africana no bairro e suas influências culturais para a memória negra local;
– Explorar a história das diferentes manifestações religiosas afro-brasileiras no Bixiga;
– Fomentar o debate sobre a patrimonialização desses espaços como parte do patrimônio cultural imaterial do bairro;
– Visitar e estudar a arquitetura dos terreiros da região;
– Promover o reconhecimento da importância desses espaços na luta contra a discriminação religiosa.

Público alvo: Moradores do bairro do Bixiga/Bela Vista, professores, integrantes de coletivos culturais, estudantes, pesquisadores dos territórios de tradição de matriz africana e demais interessados na relação entre cidade e patrimônios afro-brasileiros.

Terreiros Sagrados do Bixiga
Inscrições até 24/4: https://uspdigital.usp.br/apolo/apoObterCurso?cod_curso=10400478&cod_edicao=25001&numseqofeedi=1
Atividade presencial
com direito a certificado USP

De 7 a 28 de maio de 2025
Às quartas-feiras, das 19h às 21h30

PROGRAMA COMPLETO (AULA A AULA)
Aula 1: 07 de maio de 2025 | 19 h às 21h30
Breve história dos Territórios Sagrados Afros nas cidades brasileiras.
Local: CPC-USP / Casa de Dona Yayá

Aula 2: 14 de maio de 2025 | 19 h às 21h30
A Casa dos Orixás do Bixiga.
Local: Ile Asé Iya Osun. R. Alm. Marques de Leão, 284

Aula 3: 21 de maio de 2025 | 19 h às 21h30
A Casa dos Caboclos do Bixiga.
Local: Terreiro de Umbanda Cacique Pena Branca. R. Santo Antônio, 1299

Aula 4: 28 de maio de 2025 | 19 h às 21h30
A Casa dos Angolas do Bixiga.
Local: Casa Mestre Ananias. R. Conselheiro Ramalho, 939

Oficina de Fotografia – Inscrições Abertas

Estão abertas as inscrições para a segunda edição da Oficina de Fotografia, ministrada por Dani Sandrini, agora sob o tema Encontrando e contando histórias através da imagem.
Tendo como ponto de partida o trabalho de alguns fotógrafos documentais que muitas
vezes dialogam com a subjetividade em suas práticas, iremos discutir as possibilidades de
construção de um trabalho documental, transitando pelas subjetividades, expectativas,
adaptações, surpresas, desafios e escolhas para um projeto coeso e que conte histórias para além das obviedades.
Com o convite de restabelecer o caminhar pela cidade, observando e extraindo dela
recortes que contam histórias, essa oficina busca aprimorar o olhar fotográfico de forma que o fotógrafo consiga expressar em sua imagem o que ele deseja.
Se olhássemos para uma determinada fotografia sua, ela nos contaria uma história sem que nenhuma palavra fosse dita?
Muitas vezes queremos dizer algo mas não alcançamos isso com a fotografia que fazemos,
seja por questões técnicas, seja porque ainda não nos demos conta de que o cérebro viu
uma coisa mas a câmera viu outra.
Por isso, aprimorar os conceitos técnicos e estéticos na fotografia trará uma melhor
possibilidade de expressão.

PROGRAMA
AULA 1:
Apresentqação de trabalhos documentaisde diversos fotógrafos
AULA 2:
Saída fotográfica pelo bairro – mini-documentários .
AULA 3:
Entendimento do funcionamento básico da câmera
Fotometria: Obturador, diafragma, ISO
A luz – 6 características técnicas da luz
Luz natural x luz artificial / Luz como linguagem.
AULA 4:
Dificuldades encontradas num trabalho documental.
Composição e enquadramento.
Lentes.
AULA 5:
Saída fotográfica pelo bairro – documentários
AULA 6:
Análise das imagens produzidas pelos participantes, a fim de pensarmos onde estão as
potências, as dificuldades e os possíveis aprendizados.
Exposição de trabalhos de fotógrafos sobre outras formas de documentar.

de 12/3 a 2/4
Inscrições até 28/2: https://e.usp.br/r-a
Aulas às quartas-feiras, das 14h às 16h30
Atividade gratuita, com emissão de certificado USP
Rua Major Diogo, 353

Retomada das atividades

O Centro de Preservação Cultural da USP – Casa de Dona Yayá está de portas abertas para a jornada de atividades de 2025.

No dia 21/1, celebramos o aniversário de Sebastiana de Mello Freire, a Dona Yayá, e embalaremos o mês de janeiro em ritmo de festa!
Começando no próximo domingo, teremos aula de Hatha Yoga no dia 12/1, primeiro Domingo na Yayá do ano! Na semana seguinte, dias 19, 21 e 23/1, abriremos a Casa para visitas mediadas com nosso time de educadores e monitores: dia 19, das 11 às 12 horas; dias 21 e 23, das 14 às 15 horas.

Encerrando os Domingos na Yayá do mês, receberemos a turma do Bloco do Fuá para uma oficina de percussão em 26/1. Aproveitando o tema carnavalesco, também teremos oficina de máscaras para visitantes de todas as idades.
No dia 28/1, terça-feira, será realizada a última apresentação da peça Um tempo chamado Yayá (ingressos esgotados).
Todas as atividades são gratuitas!
Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista – SP
Horários: de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h; quartas-feiras, das 10h às 20h; domingos, das 10h às 13h.

O samba de São Paulo: histórias, memórias, territorialidades e identidades

curso de difusão

O Samba é resistência ou (re) existência – e isso nunca foi tão verdade em uma metrópole historicamente excludente, racista e avessa a sua história afro-diaspórica.

Dessa forma, a proposta do curso é analisar e revisitar diversas fontes e atores sociais para compreendermos o percurso do samba enquanto gênero musical, ritmo aglutinador de sociabilidades, identidades e formas de resistência na cidade de São Paulo.

 Partindo das disputas sociais sempre presentes na cidade, o curso irá abordar os aquilombamentos urbanos, revoltas sociais, crenças populares, redes de solidariedade e musicalidades tangenciando a questão da formação dos cordões até as Escolas de Samba e os blocos afro-afirmativos.

As memórias da velha guarda do Vai-Vai, o processo recente de direito ao território como espaço de resistência e conexão com a ancestralidade do Movimento Saracura Vai-Vai, os achados arqueológicos abaixo da Capela dos Aflitos na Liberdade, o movimento Samba da Madrinha Eunice na Liberdade, o reconhecimento com estátuas de Madrinha Eunice e Geraldo Filme, a importância indiscutível do samba para o formação da Casa Verde e da Zona Norte sob a égide de Seo Carlão do Peruche; todos essas fatores nos levam a repensar a cidade em sua construção de memórias, sociabilidades, territorialidades e identidades.

Nesse sentido o curso se pretende também a refletir sobre qual o espaço social, político, cultural e de resistência do samba em nossa metrópole e como refletir sobre esse “objeto celebrado” e seus “sujeitos celebrantes” na atualidade. 

Data: às quartas-feiras, de 23/10 a 27/11 (exceto 20/11)
Horário: 18h às 20h
Inscrições até 20/10
Vagas: 30
Público-alvo: estudantes de graduação, pós-graduação, sambistas, ativistas e demais interessados pelo tema
Participação presencial
Ministrantes: Harry de Castro, Marília Belmonte Magalhães da Silva, Rosemeire Marcondes, Sidnei França e Tabata Luz
Coordenadores: Bruno Baronetti e Tiago Bosi
Inscreva-se aqui!

Patrimônio cultural e turismo: análises e debates contemporâneos

curso de difusão

Inscrições abertas para o curso de difusão Patrimônio cultural e turismo: análises e debates contemporâneos, ministrado pela professora Francesca Cominelli (Sorbonne) e coordenado pelo professor Thiago Allis (USP).
A relação entre turismo e patrimônio cultural costuma ser ambivalente, dado que, de um lado, abrem-se oportunidades de engajamento comunitário, valorização de culturas e geração de receitas com a visitação, mas de outro, pode levar a uma exacerbação de relações comerciais, transformações de hábitos, pastiches e outras intervenções que produzem efeitos negativos – inclusive na produção de experiência da visitação. Assim, o curso propõe um debate acerca da relação entre turismo e patrimônio cultural, pela perspectiva da economia política, em especial no que diz respeito ao patrimônio imaterial. Serão apresentadas algumas linhas teóricas, combinadas com análise de casos em diferentes contextos globais.
A realização do curso pelo Centro de Preservação Cultural da USP – Casa de Dona Yayá , em parceria com a Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional, é uma oportunidade de interação com uma das principais pesquisadoras do tema, cujo vínculo como professora visitante da USP, no marco do Edital de Cátedras Franco-Brasileiras, permite um intercâmbio cultural com a Equipe Interdisciplinaire de Recherche sur le Tourisme (EIREST), da Universidade de Paris 1 – Panthéon Sorbonne.

Curso ministrado em inglês e à distância, via plataforma Zoom

Quando: 22 e 23 de outubro
Terça e quarta-feira, das 10h às 12h

Inscrições gratuitas até 18/10: https://e.usp.br/r8b

curso de difusão Entre histórias, narrativas e documentos: pesquisando patrimônios históricos da Zona Leste



Estão abertas as inscrições para o curso de difusão Entre histórias, narrativas e documentos: pesquisando patrimônios históricos da Zona Leste, ministrado por integrantes do CPDOC Guaianás

A periferia e seus sujeitos sempre foram colocados no lugar de objeto de pesquisa: os trabalhadores e suas moradias, o seu modo de vida “comunal”; a violência e morte da juventude; a condição das mulheres e suas lutas; a produção cultural do rap, do sarau, etc. Porém, nas últimas décadas houve mudanças significativas: filhos e filhas da classe trabalhadora atuando na construção do conhecimento. A proposta deste encontro é conhecer as principais referências teóricas e metodológicas que são a base dos processos de pesquisa do CPDOC, além de refletir sobre a atuação de pesquisadores periféricos dentro de uma nova forma de produzir conhecimento, na qual eles são centrais em suas formulações metodológicas.

Tratar de patrimônio na periferia e, em especial, a sua salvaguarda levanta uma série de questões que o CPDOC Guaianás vem enfrentando, entre elas: como a classe trabalhadora apreende e conserva o seu patrimônio material? Essa questão, que aparece no decorrer do trabalho, coloca a nós a prerrogativa de que processos de conservação e musealização não ocorram pela classe trabalhadora e na periferia. E com base nessa questão o Coletivo se propõe a trazê-la como reflexão perpassando pelos processos de salvaguarda, musealização e/ou patrimonialização de acervos, coleções e memórias, além da constituição de um museu NA e PARA a periferia, com foco na Zona Leste de São Paulo.

Estes são alguns dos conteúdos a serem debatidos e coletivamente desenvolvidos ao longo dos 6 encontros.

Quando: as aulas ocorrerão às terças e quartas-feiras (exceto 15/10), das 19h às 21h

Entre 01 e 19 de outubro (o último encontro, sábado/19, acontecerá fora do CPC USP, no território de São Mateus, das 10h às 13h)
Vagas: 30
Curso presencial, com emissão de certificado

Inscrições até 23/9.

Local: Centro de Preservação Cultural da USP/Casa de Dona Yayá
Rua Major Diogo, 353

GRUPO DE ESTUDOS E LEITURAS DO PATRIMÔNIO CULTURAL NO CPC

No primeiro semestre de 2024 o Centro de Preservação Cultural – Casa de Dona Yayá inaugurou um grupo de estudos do patrimônio cultural voltado à leitura e debate de textos ligados ao campo do patrimônio. A proposta é reunir pessoas interessadas em aprender, refletir e discutir sobre o tema a partir tanto de textos clássicos do campo como aqueles ligados a questões emergentes. Neste segundo semestre damos continuidade à iniciativa, convidando todos os participantes a retornarem e abrindo o grupo a novos interessados.

A coordenação dos trabalhos fica a cargo da equipe do CPC e a participação é livre, desde que as pessoas interessadas manifestem compromisso em comparecer a todos os encontros e a ler todos os textos sugeridos. O grupo se organizará em torno de um calendário de leituras e debates mensais construído a partir de sugestões promovidas pelo coordenador e pelos participantes do módulo ocorrido no primeiro semestre. A coordenação dos trabalhos e sua organização será realizada pelo especialista Gabriel Fernandes, da equipe do CPC.

PARTICIPAÇÃO E COMPROMISSO COM O GRUPO

Todas as pessoas adultas interessadas, independente de formação ou de área de atuação, podem participar dos debates desde que manifestem compromisso com a regularidade das leituras e dos encontros mensais voltados à discussão dos temas propostos.

As pessoas interessadas devem se inscrever no sistema Apolo. Os participantes do Módulo 1, ocorrido no primeiro semestre de 2024, terão prioridade no preenchimento das vagas.

CALENDÁRIO E LEITURAS

MÓDULO 2

2º semestre de 2024

Os encontros ocorrem sempre na última terça-feira de cada mês, entre as 19h e as 21h.

Público-alvo

Pessoas interessadas em discutir coletivamente tanto textos clássicos como temas emergentes ligados ao campo do patrimônio cultural. Não há necessidade de formação prévia, apenas interesse sincero e compromisso em participar das leituras ao longo do semestre.

Vagas
30

Procedimento de inscrição
Preencher formulário no sistema Apolo. Participantes do Módulo 1 terão prioridade no preenchimento das vagas.

Introdução à extroversão do Patrimônio Cultural

Curso de difusão

Os processos de patrimonialização dos bens culturais costumam ser divididos em três instâncias, as quais caracterizam um tripé de ação patrimonial análogo aos processos museológicos definidos pelas ações de pesquisa, de preservação e de comunicação. Duas dessas instâncias (a de pesquisa/identificação e a de preservação de bens culturais) são amplamente conhecidas, estudadas e praticadas. Para elas há inúmeros marcos normativos e estudos acadêmicos, bem como um acúmulo de experiências e reflexões sistematizado nas famosas cartas patrimoniais.

A terceira instância deste tripé, contudo, permanece ainda carente de maior atenção por parte de profissionais, instituições e ações de patrimonialização. Há, inclusive, certa dificuldade no interior do campo de melhor definir tal instância: tratam-se de ações de difusão, de valorização, de comunicação? Eventualmente adotou-se no mundo anglófono e importou-se para cá a expressão “interpretação”, mas talvez ela seja problemática. Eventualmente também se confundem ações de difusão de bens culturais com ações mais amplas de educação patrimonial — este, contudo, se constitui de um campo que transcende a mera esfera da difusão dos bens e atravessa também as ações de pesquisa e preservação.

Neste curso pretendemos abordar panoramicamente os problemas relacionados a esta terceira instância do patrimônio cultural de definição ainda confusa. Apesar de sua marginalidade nos órgãos de preservação, trata-se de um campo que tem testemunhado avanços relevantes nas práticas patrimoniais recentes, levando-se em conta a multiplicação de experiências e atividades como o turismo social, as jornadas do patrimônio, a presença da pauta patrimonial em redes sociais, entre outros fenômenos semelhantes.

Discutiremos as várias definições associadas à palavras usualmente utilizadas para nos referirmos a esta terceira instância (interpretação, comunicação, difusão, educação, etc), bem como trabalharemos com seus problemas, limites e potencialidades. Avaliaremos atividades tradicionalmente ligadas à extroversão do patrimônio (como a organização de exposições, as várias práticas deambulatórias associadas a roteiros e itinerários, a produção de publicações, inserções em redes sociais, etc) bem como sua interface com a educação patrimonial.

Programa

19/8. Extroversão, educação, interpretação, comunicação?

21/8. Interpretação e saber de experiência

24/8. Aula externa

26/8. Educação patrimonial no Brasil e a trajetória do CPC

26/4. Fechamento do curso e apresentação dos exercícios dos participantes

SERVIÇO

Datas e horários

19 a 26 de agosto de 2024, segundas e quartas-feiras, das 19h às 21h30. Aula externa no sábado, dia 24/8, das 9h30 às 12h.

Carga horária

12,5h

Público-alvo

Profissionais, pesquisadores e ativistas do campo patrimonial, bem como interessados em ações com bens culturais de uma forma geral.

Local
Casa de Dona Yayá
Rua Major Diogo, 353, São Paulo, SP

Curso presencial

Atividade gratuita
30 vagas

Inscrições

Interessados devem se inscrever pelo sistema Apolo: https://e.usp.br/qu3
A seleção será feita por meio de carta de intenção apresentada no momento da inscrição.

Antirracismo e contracolonialidade na São Paulo contemporânea

O Centro de Preservação Cultural da USP anuncia o primeiro curso de difusão do segundo semestre de 2024: Antirracismo e contracolonialidade na São Paulo contemporânea, ministrado por Abílio Ferreira.

Visando jogar luz sobre a relação entre o campo de disputas do patrimônio e da memória e o binômio racismo-colonialidade, o curso tem como método situar as pessoas participantes sobre a atual intensificação das agendas indígena e negra nessa dinâmica, oferecendo subsídios para uma interpretação adequada do fenômeno.

30 vagas
Local: Centro de Preservação Cultural da USP/Casa de Dona Yayá
De 2 a 30 de julho de 2024, às terças-feiras, das 09h às 13h 

Inscrições gratuitas até 17/06/2024 (link na bio)

Programa

Serão quatro aulas (uma por semana) de quatro horas de duração cada uma, com a seguinte temática:

Aula 1: Tebas e Luiz Gama – 02/07, das 09h às 13h

Aula 2: O bairro da Liberdade – 16/07, das 9h às 13h

Aula 3: Caminhada até a região do Piques – 23/07, das 9h às 13h

Aula 4: Avaliação – 30/07, das 9h às 13h

Inscrições até 17/6: https://uspdigital.usp.br/apolo/apoObterCurso?cod_curso=10400393&cod_edicao=24001&numseqofeedi=1